Allan Kardec.
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Não seria o mesmo entre os encarnados?
Quando se evoca um parente ou um amigo, qualquer afeição que ele vos tenha conservado, não é necessário esperar esses impulsos de ternura que vos pareceria natural depois de uma separação dolorosa; a afeição, por ser calma, não é por isso menos sentida, e pode ser mais real do que aquela que se traduz por grandes demonstrações. Os Espíritos pensam, mas eles não agem como os homens: dois Espíritos amigos se vêem, se amam, são felizes em se aproximarem, mas não têm necessidade de se lançarem um nos braços do outro. Quando se comunicam conosco pela escrita, uma boa palavra lhes basta e ela diz mais para eles do que as frases enfáticas.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário